Oi gente! Tudo bem com vocês?
Aqui está tudo em ordem, tirando todo o estresse com a loja que mandamos fazer nossos poucos móveis. Vou contar para vocês como aconteceu: Se preparem que a história é longa.
No final de junho/começo de julho, nós começamos os orçamentos dos nossos móveis planejados. Fomos em várias lojas até achar algum projeto e preço que nos agradassem, e encontramos aqui próximo da casa da minha mãe uma loja que "nos" agradou (Planejados Curitiba). O preço não era o melhor, mas as formas de pagamento eram mais acessíveis, o atendimento foi bom e o vendedor nos entendeu bem e projetou nossos móveis direitinho. (falei sobre os móveis aqui e aqui)
No fim de julho fechamos o projeto (cozinha, lavanderia, armário do passa-pratos e bancada do banheiro), e nos deram o prazo de entrega para 45 dias após a assinatura do contrato. Porém eu não estava contente com o projeto do banheiro e voltei na 1° quinzena de agosto para fazer as alterações. Novamente tivemos que assinar outro contrato, cancelando o primeiro projeto, mesmo que fosse só uma miníma parte dos móveis. O prazo de entrega foi outro, 60 dias com grande possibilidade de entrega antecipada. Ok, vamos esperar até outubro, né?! Nos planejamos para mudança em novembro, porque seria tempo suficiente para nos organizarmos e terminar toda a reforma.
Em setembro, a loja que fica perto da casa da minha mãe fechou (falei sobre a surpresa neste post aqui) e concentraram as vendas somente em uma filial que fica na região metropolitana de Curitiba, bem longe da casa da minha mãe e mais longe ainda do nosso apê. Fomos até a "nova" loja ver se estava tudo certo, nos disseram que nosso projeto estava indo pra fábrica e que no máximo em 15 dias já estariam entrando em contato para agendar a montagem. Ficamos ansiosos e com bastante esperança, já que o sócio responsável pelas entregas nos garantiu até um brinde no dia da montagem.
Aí começou a nossa pior dor de cabeça!!!
O prazo de 15 dias venceu, e nada dos móveis. Ligamos na loja e o responsável nunca podia nos atender. Conseguimos o número do celular e começamos a nos contatar pelo whatsap, foi a melhor forma de contato desde então. Todo dia tinha uma desculpa pronta para nos dar: um dia a fábrica fechou, no outro não conseguia falar com o representante, em outro trocou de fábrica e teria que mandar todos os projetos para montagem...
Quando fechamos o contrato, fizemos o parcelamento através da financeira, e o primeiro cheque seria somente para 90 dias após a assinatura (em novembro), e já com os móveis instalados. O primeiro cheque iria vencer e nossos móveis sequer tinham ido para produção!!!! Os sócios vieram até a casa da minha mãe e combinamos de a loja cobrir este primeiro cheque, já que não tínhamos o produto adquirido em mãos e quando nos entregassem tudo prontinho, nós devolveríamos o valor para a loja. O acordo foi cumprido e novamente a promessa que até o fim de novembro entregariam os móveis.
Escutamos muita choradeira do sócio, que a loja não ia bem, que ele precisou vender sua casa pra pagar a fábrica, que a crise pegou feio e teve que dispensar vários funcionários e fechar a "loja de bairro", já que tinha muitas despesas com a mesma. O Maycon foi duro e pediu somente para resolverem o nosso problema, já que a financeira já havia passado o dinheiro para a loja.
Novamente estourando o prazo e nada da minha cozinha! Deram um código para acompanharmos o pedido pelo site da fábrica e constava como "projeto aguardando pagamento", e ao questionar o sócio, ele nos disse que era somente falta de atualização do sistema, que já estava tudo certo. Engraçado que à partir deste momento nós perdemos o acesso ao site.
E dezembro foi passando, mais um cheque vencendo e foi nos dito que a loja não tinha condições para cobrir o valor, e então nos foi sugerido que pagássemos este cheque e o primeiro que a loja arcou iria ficar como uma bonificação. Mais dias foram passando, ouvíamos que os móveis estavam prontos, porém estavam aguardando o frete que estava vindo do Rio Grande do Sul. Foram inúmeros os contatos com o sócio, todos os dias, de hora em hora, até que em determinado momento ele nos disse que a loja foi fechada, e que não tinham o valor do frete para levar os móveis para o apê.
Neste momento bateu o desespero, porque tivemos certeza que tudo iria por água abaixo. Fiquei chateada, nervosa, chorei demais, o Maycon se estressou... foi uma loucura. Poxa vida... queria comemorar o ano novo no apê, já havia até comentado com minha mãe que iria fazer a ceia para a família lá. Nada deu certo.
Conversamos então e resolvemos pagar este frete (valor que já estava embutido no total financiado) porque senão nunca teríamos a cozinha montada. No dia 04/01 os móveis foram entregues. Justo eu não achei, mas ou era isso, ou ficar esperando pelo resto da vida a boa vontade dos sócios. Pegamos recibo da transportadora, o Maycon foi até a Delegacia do Consumidor fazer B.O e vamos entrar com ação para ressarcimento destes gastos.
Resolvido este problema, vieram outros dois: como fazer a montagem e quando iriam nos entregar a pedra.
Começaram novamente as desculpas: porque o montador foi viajar, ele está cheio de montagens para fazer, não consigo falar com o rapaz... e por aí foi. Pedimos o contato do montador, e combinamos a montagem. Outra vez vamos ter que arcar com um custo que já estava pago!!! Teremos que pagar a montagem porque nem dinheiro para pagar os funcionários a loja tem!
Se compensava ter ido atrás de outro montador? Sim, compensava. Mas estou com muito medo que falte alguma peça, que dê algo errado e eles venham com a desculpa que foi o montador que contratamos que não soube montar. Como esse rapaz era funcionário da loja, estou rezando para que ele monte esse projeto certinho, porque já deve ter bastante conhecimento e que não falte nenhuma peça. Ele ficou de ir no apê na próxima semana.
E a pedra? Só Deus sabe, pois a marmoraria é do mesmo dono da loja de planejados e também está fechada. O pior é que pagamos essa pedra à vista lá na assinatura do projeto, e não tenho dinheiro para comprar outra, ou muito menos arcar com os custos que é de dever da loja e não nosso!
Só Deus mesmo nesta hora, porque não aguento mais este problema, não aguento mais tantas desculpas e prazos não cumpridos. Segunda-feira será meu aniversário, e nem isso vou poder comemorar no apê. Outra comemoração que estava nos meus planos e foi pro ralo.
O sócio administrador já foi até na financeira fazer uma confissão de dívidas, porque segundo eles, não tem dinheiro nem pra bancar as despesas de casa, quanto mais uma loja com locação, funcionários e "n" despesas para pagar.
E sei que o dinheiro referente aos nossos móveis ele já pegou, pois o gerente nos explicou que assim que você assina o contrato e a financeira aceita o seu financiamento, a loja recebe o valor total à vista. Então ele pegou este dinheiro ainda em julho.
E agora gente, o que faço? Alguma dica, alguém já passou por situação parecida?
Vou pedir para cada um (a) de vocês que rezem por nós, para tirar essa aflição e para que dê tudo certo, porque aqui estamos bem loucos e esgotados.
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14 janeiro 2016
17 setembro 2015
Como está a reforma e ânimos por aqui.
Olá pessoal!!! Tudo bem?
Pois bem... e eu novamente dando chá de sumiço aqui no blog. Gente, é sério... cheguei em uma fase hiper desanimadora e não sentia vontade alguma de postar qualquer coisa que fosse sobre o apê!
Vou explicar e tentar ser breve.
Logo após a instalação do box, nossa obra deu uma "parada". Para quem não lembra ou não acompanhou, somos eu e marido somente finalizando a obra, então o cansaço estava dominando (ainda está). Marido trabalha de madrugada, chega em casa por volta das 4 da manhã e todos os dias levantávamos cedo para ir pro apê arrumar as coisas por lá e chegou em um ponto que o serviço parecia que não rendia. As molduras de gesso nunca estavam "curadas" o suficiente para receber pintura, o dinheiro foi acabando e o serviço só acumulava. Estava ficando maluca e chorava de raiva de não ver andamento da obra, ficava muito brava porque não tínhamos ajuda, estávamos totalmente perdidos sem saber o que fazer ou por onde começar.
Eu e marido começamos a nos estranhar, ele achava que eu não estava feliz com os esforços dele, só reclamava, chorava e fazia cara de desgosto. Vinha pra casa odiando, sério gente, odiando meu apê e tive a vontade de largar tudo e não fazer p*** nenhuma mais! Para completar, sempre que reclamava de algo, marido dizia: "Foi você que quis fazer assim".
Comecei a odiar reforma, odiar gesso, odiar não ter dinheiro o suficiente para contratar alguém para executar esses serviços. Aliás, ainda odeio reforma e me lembrem de quando comprar minha próxima casa, guardar uma boa quantidade em dinheiro para contratar pessoal qualificado.
E no meio de todo o estresse, alguns problemas começaram a aparecer: nosso piso parece que está soltando, ou a cola não foi suficiente para colar as réguas, ou sei lá o que. Entrarei em contato com a loja para que o rapaz vá verificar e arrumar uma solução.
Outro problema foi em relação aos móveis da cozinha: a loja simplesmente fechou! Eles têm ma filial em uma cidade vizinha aqui de Curitiba, e para reduzir custos, acabaram concentrando toda a operação em apenas uma loja, segundo o vendedor, para melhor atender os clientes. Acredito ou não? Só sei que agora eu ficarei de olho nessa loja, afinal já paguei uma parte do pedido e espero ser muito bem atendida e ter minha cozinha instalada dentro do prazo. Sou uma cliente chata e exigente e vou atrás dos meus direitos, nem que tenha que bater cartão na tal "loja concentrada para atender melhor". Era só o que me faltava mesmo! Devo ter atirado chicletes na cruz para tanta zica, gente. Sério mesmo!
E quando achava que não teria mais forças para continuar serena e "tranquila", eis que meu amado pai entrou na jogada! Graças a Deus que tenho um paizinho muito companheiro e dedicado! Graças a Deus ele caiu de paraquedas na nossa reforma caótica! Acho que ele deve ter percebido a situação em que nos encontrávamos e nos socorreu.
Foi lá pro apê, nos ajudou com a pintura das molduras de gesso, ajudou e ensinou a pintar corretamente as paredes, arrumou as adaptações elétricas. Sacrificou feriado, final de semana e seu tempo de descanso após o trabalho para ajudar nossa obra à ir para frente. Hoje, graças a ajuda do meu pai estamos quase acabando, finalmente, toda esta parte de pintura e sujeira.
A vontade de escrever está voltando, e aos poucos vou mostrando como andam as coisas no apê.
Compramos sofá, ganhamos um guarda-roupas provisório, já conseguimos finalizar os quartos (faltando somente uma boa faxina), pintamos portas, pintamos gesso, dry wall, e se Deus nos permitir, acredito que está semana terminamos a reforma, ficando pendente apenas a montagem do guarda-roupas e a entrega da cozinha #oremos.
As coisas estão aos poucos voltando pro lugar. Marido e eu estamos mais calmos, sendo mais pacientes um com o outro. A reforma está no fim, logo conseguiremos parar, sentar e nos orgulhar de tudo o que fizemos, e tenho certeza que ainda vamos rir muito de todo o estresse e das situações engraçadas que passamos neste período.
Logo eu trago fotos do apê e venho contar os detalhes de cada fase. Estou voltando a ativa pessoal!
OBS: Obrigada à você que conseguiu ler todo o meu post e se solidarizou com meu sentimentos. Muito obrigada mesmo.
Pois bem... e eu novamente dando chá de sumiço aqui no blog. Gente, é sério... cheguei em uma fase hiper desanimadora e não sentia vontade alguma de postar qualquer coisa que fosse sobre o apê!
Vou explicar e tentar ser breve.
Logo após a instalação do box, nossa obra deu uma "parada". Para quem não lembra ou não acompanhou, somos eu e marido somente finalizando a obra, então o cansaço estava dominando (ainda está). Marido trabalha de madrugada, chega em casa por volta das 4 da manhã e todos os dias levantávamos cedo para ir pro apê arrumar as coisas por lá e chegou em um ponto que o serviço parecia que não rendia. As molduras de gesso nunca estavam "curadas" o suficiente para receber pintura, o dinheiro foi acabando e o serviço só acumulava. Estava ficando maluca e chorava de raiva de não ver andamento da obra, ficava muito brava porque não tínhamos ajuda, estávamos totalmente perdidos sem saber o que fazer ou por onde começar.
Eu e marido começamos a nos estranhar, ele achava que eu não estava feliz com os esforços dele, só reclamava, chorava e fazia cara de desgosto. Vinha pra casa odiando, sério gente, odiando meu apê e tive a vontade de largar tudo e não fazer p*** nenhuma mais! Para completar, sempre que reclamava de algo, marido dizia: "Foi você que quis fazer assim".
Comecei a odiar reforma, odiar gesso, odiar não ter dinheiro o suficiente para contratar alguém para executar esses serviços. Aliás, ainda odeio reforma e me lembrem de quando comprar minha próxima casa, guardar uma boa quantidade em dinheiro para contratar pessoal qualificado.
E no meio de todo o estresse, alguns problemas começaram a aparecer: nosso piso parece que está soltando, ou a cola não foi suficiente para colar as réguas, ou sei lá o que. Entrarei em contato com a loja para que o rapaz vá verificar e arrumar uma solução.
Outro problema foi em relação aos móveis da cozinha: a loja simplesmente fechou! Eles têm ma filial em uma cidade vizinha aqui de Curitiba, e para reduzir custos, acabaram concentrando toda a operação em apenas uma loja, segundo o vendedor, para melhor atender os clientes. Acredito ou não? Só sei que agora eu ficarei de olho nessa loja, afinal já paguei uma parte do pedido e espero ser muito bem atendida e ter minha cozinha instalada dentro do prazo. Sou uma cliente chata e exigente e vou atrás dos meus direitos, nem que tenha que bater cartão na tal "loja concentrada para atender melhor". Era só o que me faltava mesmo! Devo ter atirado chicletes na cruz para tanta zica, gente. Sério mesmo!
E quando achava que não teria mais forças para continuar serena e "tranquila", eis que meu amado pai entrou na jogada! Graças a Deus que tenho um paizinho muito companheiro e dedicado! Graças a Deus ele caiu de paraquedas na nossa reforma caótica! Acho que ele deve ter percebido a situação em que nos encontrávamos e nos socorreu.
Foi lá pro apê, nos ajudou com a pintura das molduras de gesso, ajudou e ensinou a pintar corretamente as paredes, arrumou as adaptações elétricas. Sacrificou feriado, final de semana e seu tempo de descanso após o trabalho para ajudar nossa obra à ir para frente. Hoje, graças a ajuda do meu pai estamos quase acabando, finalmente, toda esta parte de pintura e sujeira.
A vontade de escrever está voltando, e aos poucos vou mostrando como andam as coisas no apê.
Compramos sofá, ganhamos um guarda-roupas provisório, já conseguimos finalizar os quartos (faltando somente uma boa faxina), pintamos portas, pintamos gesso, dry wall, e se Deus nos permitir, acredito que está semana terminamos a reforma, ficando pendente apenas a montagem do guarda-roupas e a entrega da cozinha #oremos.
As coisas estão aos poucos voltando pro lugar. Marido e eu estamos mais calmos, sendo mais pacientes um com o outro. A reforma está no fim, logo conseguiremos parar, sentar e nos orgulhar de tudo o que fizemos, e tenho certeza que ainda vamos rir muito de todo o estresse e das situações engraçadas que passamos neste período.
Logo eu trago fotos do apê e venho contar os detalhes de cada fase. Estou voltando a ativa pessoal!
OBS: Obrigada à você que conseguiu ler todo o meu post e se solidarizou com meu sentimentos. Muito obrigada mesmo.
16 julho 2015
Post clichê e notícias sobre reforma.
Oi pessoal! Tudo bem?
Venho aqui novamente com um post que já virou clichê: eu desapareço por uns diassemanas e depois volto desabafando. Mas a verdade é que quando acontece algo que me chateia, acabo perdendo toda a inspiração e vontade de escrever, quer dizer, vontade de escrever dá, só não quero ser a chata do blog que só sabe reclamar.
Maaaaas... como não consigo me segurar e a vontade de desabafar é maior, aí não adianta, acabo virando a chata do blog que só reclama mesmo, não tem jeito, rsrs... Peço a compreensão de todos que vem sempre aqui me dar um oizinho, porque eu ando um pouco neurótica ultimamente e este post pode ficar um pouco confuso ou com informações demais.
Bom... vou tentar ao máximo resumir tudo o que está se passando por aqui:
Ainda não começamos a reforma, não mexemos em nada, nem lâmpadas colocamos ainda no apê. Para não dizer que não levei nada pra lá, tem um rolinho de papel higiênico, um saco de lixo e uma pedra sanitária. Dá vontade de pegar tudo o que tem em casa e levar, mas o marido me segura um pouco e diz que na hora que de fato começarmos a reforma, essas coisas vão atrapalhar muito. Nós vamos lá quase todo fim de semana só pra olhar mesmo, rsrs...
Desde o mês passado estamos fazendo algumas cotações de piso e móveis. Mas olha, estou mega assustada com todos os valores:
Sobre o piso: Orçamos um piso (vinílico) em mais de R$3 mil!!! Gostamos do atendimento, gostamos das vantagens da loja (incluso alisamento do piso, rodapé e instalação), mas esse valor... sei não!!! Também olhamos na Leroy e o preço não está tão ruim, mas tem que contratar um instalador avulso, ou nós mesmos fazemos o trabalho. É uma possibilidade... ou não! Precisamos ver os custos dos materiais para alisamento para ver se realmente compensa. E também o tempo que levaremos instalando.
Quero visitar outras lojas e ver se realmente os valores estão nessa base e quais vantagens nos oferecem.
Sobre móveis: À principio queremos somente a cozinha planejada, e talvez o armário do banheiro. O primeiro orçamento que fizemos só da cozinha assustou um pouco: mais de R$ 8 mil, mas já com o granito Verde Labrador (que não sou muito fã) incluso. O segundo orçamento ficou em torno de R$ 7 mil , sem o granito. Depois o rapaz nos passou o valor com o granito Amarelo Ornamental, que totalizou R$ 9,5 mil!!! Absuuuuurdo!!!
Em outra loja consegui um valor bem mais acessível, por volta de R$ 4,5 mil, mas sem o granito e algumas partes o vendedor não entendeu direito e não conseguiu projetar o móvel como eu havia dito. Mas o atendimento foi muito bom e fiquei bem pensativa em fechar nesta loja não só a cozinha mas também um guarda-roupa bem lindo que estava exposto, bem do jeito que nós queremos. Mas teríamos que conversar melhor e fazer com que ele compreenda como deve ser feito o balcãozinho diferenciado que queremos (isso que levei até desenho para explicar melhor).
Na última tentativa (loja) deixei a planta do apê com o vendedor e voltamos em uma semana para ver qual foi a proposta. Sério, ele quase acertou no gosto. Mudamos alguma coisinha aqui e ali e o valor total ficou em torno de R$ 6 mil, já com granito Branco Dallas, que me encantei! Deixamos um sinal com eles e bem provável que fecharemos neste projeto, mas ainda tenho algumas dúvidas e alterações para fazer.
Gesso: esse aí virou novela da Record (nunca acaba)! A pessoa familiar que disse que faria para nós sem custo, que era só para comprar o material que faria o restante, agora veio com uma ideia de cobrar R$ 150 ao dia e mais a gasolina que ele vai usar para ir até o apê. E ainda por cima, seria somente para fazer o básico do gesso, a montagem e tal. A parte de lixar, pintar e dar o acabamento ficaria por nossa conta. Ou seja, vale mesmo a pena?
Os dias vão passando e quando vi já estamos com as chaves nas mãos há mais de um mês e dá um desespero em pensar que ainda não fizemos nada no apê. Parece que nunca vai chegar a nossa vez, a ansiedade está dominando e os pensamentos ruins acabam aparecendo.
Tenho vontade de sair comprando tudo o que vejo pela frente (cuba, torneira, chuveiro, painel, louças, toalhas, nichos, roupa de cama, enfeites...), mas não posso ser impulsiva e cometer loucura. Ainda bem que muitas dessas vezes eu boto a mão na consciência e acabo acordando do "momento consumista".
Também já não sei se vamos conseguir fazer tudo do jeito que imaginamos, muita coisa mudou e o bolso está pedindo socorro já, sem mesmo começar a reforma.
Com tudo isso fico frustrada e acabo brigando, cobrando e culpando o marido por ele ser tão calmo e tranquilo!!! Tô vendo que até o fim dessa reforma vou acabar divorciada, rsrs...
Enlouquecendo em 3, 2, 1...
Bom... vou parando por aqui porque senão vou acabar escrevendo coisa demais!
Por favor meninas, me falem que essas coisas não acontecem só comigo!!! Alguém já passou por isso ou eu que sou maluca mesmo?
Venho aqui novamente com um post que já virou clichê: eu desapareço por uns dias
Maaaaas... como não consigo me segurar e a vontade de desabafar é maior, aí não adianta, acabo virando a chata do blog que só reclama mesmo, não tem jeito, rsrs... Peço a compreensão de todos que vem sempre aqui me dar um oizinho, porque eu ando um pouco neurótica ultimamente e este post pode ficar um pouco confuso ou com informações demais.
Bom... vou tentar ao máximo resumir tudo o que está se passando por aqui:
Ainda não começamos a reforma, não mexemos em nada, nem lâmpadas colocamos ainda no apê. Para não dizer que não levei nada pra lá, tem um rolinho de papel higiênico, um saco de lixo e uma pedra sanitária. Dá vontade de pegar tudo o que tem em casa e levar, mas o marido me segura um pouco e diz que na hora que de fato começarmos a reforma, essas coisas vão atrapalhar muito. Nós vamos lá quase todo fim de semana só pra olhar mesmo, rsrs...
Desde o mês passado estamos fazendo algumas cotações de piso e móveis. Mas olha, estou mega assustada com todos os valores:
Sobre o piso: Orçamos um piso (vinílico) em mais de R$3 mil!!! Gostamos do atendimento, gostamos das vantagens da loja (incluso alisamento do piso, rodapé e instalação), mas esse valor... sei não!!! Também olhamos na Leroy e o preço não está tão ruim, mas tem que contratar um instalador avulso, ou nós mesmos fazemos o trabalho. É uma possibilidade... ou não! Precisamos ver os custos dos materiais para alisamento para ver se realmente compensa. E também o tempo que levaremos instalando.
Quero visitar outras lojas e ver se realmente os valores estão nessa base e quais vantagens nos oferecem.
Sobre móveis: À principio queremos somente a cozinha planejada, e talvez o armário do banheiro. O primeiro orçamento que fizemos só da cozinha assustou um pouco: mais de R$ 8 mil, mas já com o granito Verde Labrador (que não sou muito fã) incluso. O segundo orçamento ficou em torno de R$ 7 mil , sem o granito. Depois o rapaz nos passou o valor com o granito Amarelo Ornamental, que totalizou R$ 9,5 mil!!! Absuuuuurdo!!!
Em outra loja consegui um valor bem mais acessível, por volta de R$ 4,5 mil, mas sem o granito e algumas partes o vendedor não entendeu direito e não conseguiu projetar o móvel como eu havia dito. Mas o atendimento foi muito bom e fiquei bem pensativa em fechar nesta loja não só a cozinha mas também um guarda-roupa bem lindo que estava exposto, bem do jeito que nós queremos. Mas teríamos que conversar melhor e fazer com que ele compreenda como deve ser feito o balcãozinho diferenciado que queremos (isso que levei até desenho para explicar melhor).
Na última tentativa (loja) deixei a planta do apê com o vendedor e voltamos em uma semana para ver qual foi a proposta. Sério, ele quase acertou no gosto. Mudamos alguma coisinha aqui e ali e o valor total ficou em torno de R$ 6 mil, já com granito Branco Dallas, que me encantei! Deixamos um sinal com eles e bem provável que fecharemos neste projeto, mas ainda tenho algumas dúvidas e alterações para fazer.
Gesso: esse aí virou novela da Record (nunca acaba)! A pessoa
Os dias vão passando e quando vi já estamos com as chaves nas mãos há mais de um mês e dá um desespero em pensar que ainda não fizemos nada no apê. Parece que nunca vai chegar a nossa vez, a ansiedade está dominando e os pensamentos ruins acabam aparecendo.
Tenho vontade de sair comprando tudo o que vejo pela frente (cuba, torneira, chuveiro, painel, louças, toalhas, nichos, roupa de cama, enfeites...), mas não posso ser impulsiva e cometer loucura. Ainda bem que muitas dessas vezes eu boto a mão na consciência e acabo acordando do "momento consumista".
Também já não sei se vamos conseguir fazer tudo do jeito que imaginamos, muita coisa mudou e o bolso está pedindo socorro já, sem mesmo começar a reforma.
Com tudo isso fico frustrada e acabo brigando, cobrando e culpando o marido por ele ser tão calmo e tranquilo!!! Tô vendo que até o fim dessa reforma vou acabar divorciada, rsrs...
Enlouquecendo em 3, 2, 1...
Bom... vou parando por aqui porque senão vou acabar escrevendo coisa demais!
Por favor meninas, me falem que essas coisas não acontecem só comigo!!! Alguém já passou por isso ou eu que sou maluca mesmo?
08 janeiro 2015
Bom demais para ser verdade!
Olá pessoas!!! Como estão?
Por aqui nosso ano está começando bem, porém senti necessidade de fazer um post desabafo. Fiquei adiando esta postagem até a raiva passar um pouquinho, senão seria pesado, rsrs...
Então que a nossa querida MRV resolveu nos mostrar o porquê é tão é odiada! Sério... até o momento não haviam problemas, tudo estava de acordo e saindo conforme o combinado.
Neste post aqui de outubro eu contei que a vistoria estava próxima, e o engenheiro me disse que chamaria os moradores do nosso bloco em novembro!!!! Só que já estamos em janeiro e até agora nada!!!
Tem morador que fez vistoria em setembro, já voltou para aprovar as correções, já está pagando financiamento. Eu estou a Deus dará... Sacanagem!!!
Aí o que acontece?
No dia da assembléia nos disseram entregarão as chaves na primeira quinzena de fevereiro em um evento chamado de "Entrega dos Sonhos" para os moradores que estiverem com tudo certo, mas pelo que estou vendo, ficarei fora disso!
E vem o pensamento:
"- Janeiro está só começando".
Sim... estamos no começo de janeiro e não fizemos vistoria. Digamos que nos chamem semana que vem, vamos lá e encontramos algum defeito. Em quanto tempo vão arrumar?
Porque tem vizinho que demorou quase 3 meses para aprovar a correção.
Eu sonho com esta entrega, com este evento. Fico olhando as fotos no Google e me arrepio em ver as pessoas emocionadas com a chave na mão, toda aquela decoração, todo aquele clima de felicidade.
O Maycon briga comigo falando que ficará muito feliz em receber a chave, sendo no evento ou não, e que eu fico fazendo tempestade em copo de água por exigir minha participação neste "sonho". Ele não entende como me sinto. Espero tanto por este dia, espero tanto pelo bonequinho da MRV me entregando minha chave #sqn.
E por causa desta enrolação do engenheiro vou acabar frustrada!
Nosso síndico avisou pelo grupo do whatsapp que os bombeiros já fizeram uma vistoria no condomínio e estão aguardando para uma segunda, e que os apartamentos do módulo 2 estão bem atrasados. Fiquei contente com a primeira parte, mas ao mesmo tempo chateada, porque é bem provável que a minha unidade seja entregue depois do prazo...
E no fim da história, como fica toda esta frustração?
Enquanto uns tem privilégios, outros nada...
Por aqui nosso ano está começando bem, porém senti necessidade de fazer um post desabafo. Fiquei adiando esta postagem até a raiva passar um pouquinho, senão seria pesado, rsrs...
Então que a nossa querida MRV resolveu nos mostrar o porquê é tão é odiada! Sério... até o momento não haviam problemas, tudo estava de acordo e saindo conforme o combinado.
Neste post aqui de outubro eu contei que a vistoria estava próxima, e o engenheiro me disse que chamaria os moradores do nosso bloco em novembro!!!! Só que já estamos em janeiro e até agora nada!!!
Tem morador que fez vistoria em setembro, já voltou para aprovar as correções, já está pagando financiamento. Eu estou a Deus dará... Sacanagem!!!
Aí o que acontece?
No dia da assembléia nos disseram entregarão as chaves na primeira quinzena de fevereiro em um evento chamado de "Entrega dos Sonhos" para os moradores que estiverem com tudo certo, mas pelo que estou vendo, ficarei fora disso!
E vem o pensamento:
"- Janeiro está só começando".
Sim... estamos no começo de janeiro e não fizemos vistoria. Digamos que nos chamem semana que vem, vamos lá e encontramos algum defeito. Em quanto tempo vão arrumar?
Porque tem vizinho que demorou quase 3 meses para aprovar a correção.
Eu sonho com esta entrega, com este evento. Fico olhando as fotos no Google e me arrepio em ver as pessoas emocionadas com a chave na mão, toda aquela decoração, todo aquele clima de felicidade.
O Maycon briga comigo falando que ficará muito feliz em receber a chave, sendo no evento ou não, e que eu fico fazendo tempestade em copo de água por exigir minha participação neste "sonho". Ele não entende como me sinto. Espero tanto por este dia, espero tanto pelo bonequinho da MRV me entregando minha chave #sqn.
E por causa desta enrolação do engenheiro vou acabar frustrada!
Nosso síndico avisou pelo grupo do whatsapp que os bombeiros já fizeram uma vistoria no condomínio e estão aguardando para uma segunda, e que os apartamentos do módulo 2 estão bem atrasados. Fiquei contente com a primeira parte, mas ao mesmo tempo chateada, porque é bem provável que a minha unidade seja entregue depois do prazo...
E no fim da história, como fica toda esta frustração?
Enquanto uns tem privilégios, outros nada...
01 dezembro 2014
Se arrependimento matasse...
Oiiii gente!!! Como estão?
Já começo esse post dizendo que estou arrependida!!!
Fui lá no salão, fiz as californianas e me arrependi profundamente!!!! Não curti a cor, achei que meu cabelo ficou muito curto... não estou feliz!!!
Cheguei no salão decidida a radicalizar!!! Queria mechas/luzes e iria também cortar. Pedi para o moço tirar 4 dedos de comprimento, mas no corte em V. Acho que foi aí o erro.
Em relação às luzes, achei bonita a cor, porém meu cabelo estava molhado e não consegui verificar a realidade. O rapaz saiu pelo salão mostrando para todos a sua nova façanha e todos elogiando. Tava toda segura de que fiz a coisa certa.
Quando cheguei em casa estava com o cabelo preso, também não consegui ver direito como ficaram as californianas e nem o corte (por meu cabelo ser enroladinho, os cabeleireiros não conseguem acertar na hora de arrumar, então arrumo em casa). Soltei para mostrar ao Maycon e ele disse:
- "Nooooooooooossa, que curto!"
Foi um "nossa" tipo "o que você fez nesse cabelo mulher?!"
Já desanimei! Por mais que minha mãe e meu pai ficavam falando que ficou bonito e que nem dava para perceber que foi cortado, aquela primeira reação do marido foi o que marcou. Me senti esquisita.
No domingo, tive uma maior decepção ao me olhar no espelho com os cabelos secos!!! Parecia uma maluca com o cabelo armado, horroroso!!! Tentei disfarçar o dia inteiro que não estava feliz, que não tinha gostado...
Hoje criei coragem e tirei uma foto de costas para ver como ficou e aí o que já tava ruim ficou pior ainda!!! Estou odiando a cor das mechas californianas!!! Estou odiando o comprimento do cabelinho.
![]() |
| Cabelinho esquisito. |
E aí quando chego hoje aqui no serviço, mais comentários:
"Que curtinho que ficou seu cabelo!"
"Por que você cortou tanto?"
Percebi olhares de reprovação, olhares esquisitos e risadinhas. Também recebi alguns elogios, inclusive de homem que quase nunca reparam em nada, rsrs...
Agora já não sei mais o que faço. Minha vontade é colar cada pedacinho de cabelo novamente e estou querendo tirar essas luzes feias daí. Aí eu penso que tudo isso é falta de costume e que logo começo a aceitar. Mas rapidamente volto a odiar esta meleca!!! Quero meu cabeloooooo velho!!!
![]() |
| Meu cabelo antes da "cagada"!!! |
Nada contra o salão, inclusive o rapaz que cuidou do meu cabelo foi muito atencioso e só fez o que eu pedi. Foi burrice minha mesmo, agir sem pensar e sem calcular direito. Sempre faço isso. Não deveria ter agido de momento, aí deu no que deu!!! Não gosto de mudanças, já é fato que não ficaria contente.
Tenho medo de decepcionar minha mãe, pois ela me deu de presente esse dia de salão, afinal eu estava há dias falando em mudar. Por mim iria agora mesmo na farmácia comprar uma boa tinta e voltar a cor normal mesmo.
Tenho medo de decepcionar minha mãe, pois ela me deu de presente esse dia de salão, afinal eu estava há dias falando em mudar. Por mim iria agora mesmo na farmácia comprar uma boa tinta e voltar a cor normal mesmo.
E o pior é que meu cabelo demora taaaanto para crescer. Vontade louca de chorar!!!!
Por faaaavor meninas, preciso de uma luz, preciso de dicas, opiniões... alguma coisa para eu não enlouquecer!!!! Pooooor favor, me ajudem!!!!
20 novembro 2014
Tempo de mudanças
Olá pessoas!!!
Como estão?
Gente do céu, como eu ando cansada, meu Deus!!! Um cansaço fora do normal, físico, mental... Ainda bem que minhas férias estão próximas.
Bom... referente ao título do post, resolvi quebrar minhas regras e brigar com meu ego e mudar. Mudar, mudar e mudar! Como já havia dito, sou uma pessoa que odeia sair da rotina, tenho tudo sempre planejado à longo prazo. Mas venho pensando ultimamente e estou cheia de viver regrada, cheia de viver frustrada com os planos que não dão certo. Então... vamos mudar!!!
Comecei em casa. Peguei um fim de semana e arrumei meu guarda-roupas. Tirei um monte de roupa que gostava e não usava, roupas que não me serviam mais, roupas de "solteira" e doei tudo. Chega de desapegos.
Outro dia cansei do mesmo visual do blog e mudei!!! Fui atrás de tutoriais e mudei o que não me agradava mais!
Estou tentando mudar comportamento também. Ser mais tolerante e aceitar opiniões alheais e tirar da cabeça a ideia de que tudo o que faço é certo.
Preciso cuidar mais da minha saúde, controlar meu emocional e principalmente minha ansiedade.
Tenho passado muito mal ultimamente devido à isso. Sofro com desmaios e oscilação de pressão, crises de choros incontroláveis, sensação de que tudo vai dar errado... ufa, tá difícil.
Tudo que é referente ao apê vem me tirando o sono. A cabeça está borbulhando de problemas que não deveriam incomodar agora. Me preocupo com a data da vistoria do apê, as obras, com o dinheiro, com o tempo que levaremos reformando o apê, quando teremos tempo livre para mexer com isso, se meus vizinhos serão gente boa... Paaaaaara Aline!!!
Gente... sério, acho que tô ficando louca já!!! Tudo ao seu tempo, preciso viver meu presente. Tenho deixado meu marido e minha família louca. As pessoas já não querem conversar comigo porque só sei falar de apartamento! Estou virando a chata do apê.
E aí eu penso: Não tenho porque me preocupar quanto as datas, tudo está acontecendo dentro do esperado. Se o engenheiro não me chamou pra vistoria (que segundo me passou seria no começo desse mês), tudo bem, tem tempo. A entrega está prevista para fevereiro/2015, tudo em ordem. Depois que entregarem a chave é que tenho que me preocupar com a nossa reforma. Não temos tanta pressa assim para a mudança. Calma, calma, calma.
Pelo menos esta semana estou conseguindo me controlar um pouco e não tenho falado tanto em reforma. Me afastei do grupo dos nossos vizinhos e não estou olhando sites de decoração, construção ou afins.
Agora meu coração está acalmando. Marido está mais tranquilo comigo, mais paciente. Tem me levado para distrair e tentando ajudar com o que pode para que minha ansiedade não acabe virando algo muito mais sério.
Vixee... Acabei saindo um pouco do assunto, mais foi bom escrever isso. Fui revisar o texto e vi que pareço uma maluca mesmo e pude observar outro ponto para mudança.
Mais mudanças?
Quero também mexer nos meus cabelos!!
Uso o mesmo corte sem graça de sempre, a mesma cor de sempre e ouço sempre as mesmas perguntas. Quase criando coragem de ir no salão cortar um tanto de cabeleira e fazer algumas luzes. Achei que nada em cabelos enrolados como o meu poderia ser feito, mas pesquisei e vi que existem várias possibilidades, as que me agradaram foram essas:
Mechas californianas são bem indicadas para cabelos enrolados, ainda mais quando você investe em um corte em camadas, pois elas destacam cacheado. Estou bem animada para deixá-lo assim. Vamos esperar o começo do próximo mês.
São mudanças simples, bem de leve, mas aos poucos vou evoluindo até chegar ao ponto ideal. Em 2015 espero ser uma Aline mais controlada e menos neurótica. Espero!
* Gente, preciso de opiniões quanto ao cabelo! O que acham?
Como estão?
Gente do céu, como eu ando cansada, meu Deus!!! Um cansaço fora do normal, físico, mental... Ainda bem que minhas férias estão próximas.
Bom... referente ao título do post, resolvi quebrar minhas regras e brigar com meu ego e mudar. Mudar, mudar e mudar! Como já havia dito, sou uma pessoa que odeia sair da rotina, tenho tudo sempre planejado à longo prazo. Mas venho pensando ultimamente e estou cheia de viver regrada, cheia de viver frustrada com os planos que não dão certo. Então... vamos mudar!!!
Comecei em casa. Peguei um fim de semana e arrumei meu guarda-roupas. Tirei um monte de roupa que gostava e não usava, roupas que não me serviam mais, roupas de "solteira" e doei tudo. Chega de desapegos.
Outro dia cansei do mesmo visual do blog e mudei!!! Fui atrás de tutoriais e mudei o que não me agradava mais!
Estou tentando mudar comportamento também. Ser mais tolerante e aceitar opiniões alheais e tirar da cabeça a ideia de que tudo o que faço é certo.
Preciso cuidar mais da minha saúde, controlar meu emocional e principalmente minha ansiedade.
Tenho passado muito mal ultimamente devido à isso. Sofro com desmaios e oscilação de pressão, crises de choros incontroláveis, sensação de que tudo vai dar errado... ufa, tá difícil.
Tudo que é referente ao apê vem me tirando o sono. A cabeça está borbulhando de problemas que não deveriam incomodar agora. Me preocupo com a data da vistoria do apê, as obras, com o dinheiro, com o tempo que levaremos reformando o apê, quando teremos tempo livre para mexer com isso, se meus vizinhos serão gente boa... Paaaaaara Aline!!!
Gente... sério, acho que tô ficando louca já!!! Tudo ao seu tempo, preciso viver meu presente. Tenho deixado meu marido e minha família louca. As pessoas já não querem conversar comigo porque só sei falar de apartamento! Estou virando a chata do apê.
E aí eu penso: Não tenho porque me preocupar quanto as datas, tudo está acontecendo dentro do esperado. Se o engenheiro não me chamou pra vistoria (que segundo me passou seria no começo desse mês), tudo bem, tem tempo. A entrega está prevista para fevereiro/2015, tudo em ordem. Depois que entregarem a chave é que tenho que me preocupar com a nossa reforma. Não temos tanta pressa assim para a mudança. Calma, calma, calma.
Pelo menos esta semana estou conseguindo me controlar um pouco e não tenho falado tanto em reforma. Me afastei do grupo dos nossos vizinhos e não estou olhando sites de decoração, construção ou afins.
Agora meu coração está acalmando. Marido está mais tranquilo comigo, mais paciente. Tem me levado para distrair e tentando ajudar com o que pode para que minha ansiedade não acabe virando algo muito mais sério.
Vixee... Acabei saindo um pouco do assunto, mais foi bom escrever isso. Fui revisar o texto e vi que pareço uma maluca mesmo e pude observar outro ponto para mudança.
Mais mudanças?
Quero também mexer nos meus cabelos!!
Uso o mesmo corte sem graça de sempre, a mesma cor de sempre e ouço sempre as mesmas perguntas. Quase criando coragem de ir no salão cortar um tanto de cabeleira e fazer algumas luzes. Achei que nada em cabelos enrolados como o meu poderia ser feito, mas pesquisei e vi que existem várias possibilidades, as que me agradaram foram essas:
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| Mechas californianas e corte em camadas. |
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| Outra versão de mechas californianas. |
Quero voltar a fazer minhas artes em crochê, bordados... Vou arriscar na parte de corte e costura, tenho uma encomenda da minha irmã para a confecção de saias para uma apresentação das alunas dela (ela é educadora em uma cheche). Já fiz um modelinho e ficou bem legal, então mãos à obra né?! Sábado agora iremos nas lojinhas comprar os tecidos e aviamentos para iniciar os trabalhos.
São mudanças simples, bem de leve, mas aos poucos vou evoluindo até chegar ao ponto ideal. Em 2015 espero ser uma Aline mais controlada e menos neurótica. Espero!
* Gente, preciso de opiniões quanto ao cabelo! O que acham?
Marcadores:
Desabafo,
maluca,
personalidade
24 outubro 2014
Notícias sobre o apê
Bom dia pessoas!!!
Como estão por aí?
Eu posso dizer que a maré de azar está finalmente deixando a minha vida!! As coisas estão cada vez melhorando e se Deus quiser tudo voltará ao normal!
E hoje vou passar rapidinho aqui somente para contar que logo, logo faremos uma vistoria lá no apê. \o/
Eles estão chamando os moradores aos poucos, e segundo o engenheiro da obra, a pintura interna está sendo finalizada e que os proprietários dos apartamentos do meu bloco serão chamados para vistoria à partir do finalzinho deste mês, ou seja, provavelmente na semana que vem.
Estou tão feliz e tão ansiosa!
As obras estão bem adiantadas, estão falando que a entrega será em dezembro, e conforme informações de vizinhos que já fizeram a vistoria, a construtora está planejando um Coffee break para a entrega das chaves!
Como estão por aí?
Eu posso dizer que a maré de azar está finalmente deixando a minha vida!! As coisas estão cada vez melhorando e se Deus quiser tudo voltará ao normal!
E hoje vou passar rapidinho aqui somente para contar que logo, logo faremos uma vistoria lá no apê. \o/
Eles estão chamando os moradores aos poucos, e segundo o engenheiro da obra, a pintura interna está sendo finalizada e que os proprietários dos apartamentos do meu bloco serão chamados para vistoria à partir do finalzinho deste mês, ou seja, provavelmente na semana que vem.
Estou tão feliz e tão ansiosa!
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| Fragmento do email recebido informando sobre a vistoria antecipada e orientações sobre o que fazer. |
As obras estão bem adiantadas, estão falando que a entrega será em dezembro, e conforme informações de vizinhos que já fizeram a vistoria, a construtora está planejando um Coffee break para a entrega das chaves!
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| Foto "emprestada" do grupo no Facebook. |
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| Foto "emprestada" da fan page do Facebook. |
16 julho 2014
Quando o marido quer ser promovido à pai
Oi gente!!!! Como estão?
Ando muito pensativa ultimamente, minha cabeça está com várias coisas ao redor, e quando estou assim, logo escrevo aqui pra não enlouquecer de vez.
Senta que o post é longo!
Bom... o assunto em questão é sobre filho. E então que esses dias atrás fiz um este post reclamando da pressão que venho sofrendo para ser mãe.
Só que... só que as circunstâncias vão mudando, mudando e acabam bagunçando tudo.
Grande culpa dessa indecisão está sendo alimentada pela vontade do marido em "ganhar uma promoção", assim digamos. Vamos aos fatos:
O Maycon sempre quis ser pai. No começo do nosso namoro ele me fazia perguntas do tipo: "E se eu tivesse um filho grandinho já, o que você faria?"
Sabendo que essa curiosidade dele não passava de uma suposição, eu só dava risada e entrava na brincadeira. Ele tinha momentos de ficar imaginando o que as pessoas iriam pensar se nós saíssemos com o meio irmão dele (na época com pouco mais de 1 ano), se pensariam que seria nosso filho.
Eis que em 2009 descobrimos que meu cunhado seria pai. Não demos muuuuita importância pois a menina era uma folgada (um caso bem complicado que um dia eu explico por aqui.). Em outubro nasceu a nossa sobrinha, a Emilly Vitória, hoje com 4 anos, e um belo dia, cheguei na casa do Maycon e lá estava ele sentado na cama com a bebê no colo, olhando e admirando aquele serzinho pequeno de 15 dias ali em suas mãos. Senti todo o momento entre os dois ali, toda aquela coisa de conhecimento, dos olhares... lembro da cena como se fosse ontem. E todas as vezes que ela vinha nos visitar, era a mesma coisa. Quando saíamos na rua, ele queria carregar no colo, todo bobão.
Quando a Emilly tinha 1 ano e 3 meses, meus cunhados se separaram e foi uma confusão. Resumindo: a criança passava de vizinho à vizinho enquanto a mãe fazia "bagunça" com outros rapazes. Ficamos indignados com a situação e minha sogra assumiu a guarda da nossa sobrinha. Vimos todo o seu crescimento, ela passava finais de semana lá em casa, sempre íamos para passeios legais, participamos de todas as etapas do aprendizado dela e sempre presenciei o carinho enorme entre os dois, toda a bagunça que se forma quando eles se juntam. O Maycon joga ela pra cima, ela pula nas costas do Maycon, e gritos, gargalhadas... com certeza a diversão é garantida!
Foram por esses motivos que comecei a perceber a necessidade do marido. Ele começou a pedir um filho, pedia pra Emilly me falar que queria um priminho, se derretia por crianças, do jeito fechado dele, mas que só percebe quem realmente o conhece.
Até pouco tempo atrás eu nem dava bola para esses "pedidos", mas com o passar dos tempos fui percebendo que o reloginho aqui dentro está gritando e chamando a minha atenção. Por toda essa vontade dele, por perceber o quanto ele está entusiasmado com o fato de ser pai logo está meio que "contagiando".
Ele passa muito mais tempo, por exemplo, pensando em nomes para bebês, assistindo "Um Bebê por Minuto" comigo, sempre tem uma palavra de conforto. Mostra-se mais interessado em alguma leitura sobre comportamento infantil, como educar filhos... e aí, o que fazer com tudo isso?
O que fazer quando seus medos, insegurança e aflição estão acima dos sonhos?
Penso em parar com meu remédio só pra ver como vai ser, conhecer melhor como funciona meu corpo, afinal, não são todas as mulheres que engravidam de 1°. Vamos tentar então!
Mas e se... e se acontecer de engravidar rápido?
Aí vem o Maycon dizendo com um sorrisão de orelha a orelha, que "se engravidar, engravidou, fazer o que?! Não vai nascer agora, só daqui 9 meses."
Mas aí que daqui a 9 meses já terão entregue o apêoremos e todo "pelado". Como reformar/mobiliar um apartamento com bebê novinho pra cuidar? Não... vamos deixar pra mais tarde!
E assim eu vou vivendo, dia após dia com essa dúvida no coração. Eu quero, marido quer. Mas a parte racional e extremamente calculista que vive ativamente em dentro de mim não quer.
Os dois lados do cérebro estão em conflito. O lado emoção diz que eu posso ser mãe, passar por cima dos meus medos e gerar uma linda criança para alegrar nossa família. Agora o lado razão diz para colocar os pés no chão que agora filho não dá.
Difícil saber se existe alguém mais bipolar do que eu! Agora quero filho, daqui 5 minutos não quero mais! Quero ser dura, mas marido está me amolecendo.
Como é que pode esse homem dos olhos verdes mais fascinantes que já conheci ter esse poder de entrar na minha mente fechada, empolgado com idéias mirabolantes e simples de resolver, mudar tudo o que eu penso?
Depois dizem que mulher é que influencia, mulher que manipula os homens. Sei não hein?!
É Aline... ninguém disse que seria fácil...
O que eu faço com este homem, gente?
Não me desfaço, não empresto e não divido.
Ando muito pensativa ultimamente, minha cabeça está com várias coisas ao redor, e quando estou assim, logo escrevo aqui pra não enlouquecer de vez.
Senta que o post é longo!
Bom... o assunto em questão é sobre filho. E então que esses dias atrás fiz um este post reclamando da pressão que venho sofrendo para ser mãe.
Só que... só que as circunstâncias vão mudando, mudando e acabam bagunçando tudo.
Grande culpa dessa indecisão está sendo alimentada pela vontade do marido em "ganhar uma promoção", assim digamos. Vamos aos fatos:
O Maycon sempre quis ser pai. No começo do nosso namoro ele me fazia perguntas do tipo: "E se eu tivesse um filho grandinho já, o que você faria?"
Sabendo que essa curiosidade dele não passava de uma suposição, eu só dava risada e entrava na brincadeira. Ele tinha momentos de ficar imaginando o que as pessoas iriam pensar se nós saíssemos com o meio irmão dele (na época com pouco mais de 1 ano), se pensariam que seria nosso filho.
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| Esse é o meio-irmão do Maycon. Esta foto, se eu não me engano foi em 2008. |
Eis que em 2009 descobrimos que meu cunhado seria pai. Não demos muuuuita importância pois a menina era uma folgada (um caso bem complicado que um dia eu explico por aqui.). Em outubro nasceu a nossa sobrinha, a Emilly Vitória, hoje com 4 anos, e um belo dia, cheguei na casa do Maycon e lá estava ele sentado na cama com a bebê no colo, olhando e admirando aquele serzinho pequeno de 15 dias ali em suas mãos. Senti todo o momento entre os dois ali, toda aquela coisa de conhecimento, dos olhares... lembro da cena como se fosse ontem. E todas as vezes que ela vinha nos visitar, era a mesma coisa. Quando saíamos na rua, ele queria carregar no colo, todo bobão.
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| Emilly com 7 meses. Olha o jeitinho do Maycon. |
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| Outro momento lindo deles. |
Quando a Emilly tinha 1 ano e 3 meses, meus cunhados se separaram e foi uma confusão. Resumindo: a criança passava de vizinho à vizinho enquanto a mãe fazia "bagunça" com outros rapazes. Ficamos indignados com a situação e minha sogra assumiu a guarda da nossa sobrinha. Vimos todo o seu crescimento, ela passava finais de semana lá em casa, sempre íamos para passeios legais, participamos de todas as etapas do aprendizado dela e sempre presenciei o carinho enorme entre os dois, toda a bagunça que se forma quando eles se juntam. O Maycon joga ela pra cima, ela pula nas costas do Maycon, e gritos, gargalhadas... com certeza a diversão é garantida!
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| Neste dia a Emilly presenteou o tio com um "xixizão" |
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| Passeio no Zoológico. |
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| Passeio no shopping. |
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| Adoro esta foto! Emilly mostrando pro tio quantos anos tinha na época. |
Foram por esses motivos que comecei a perceber a necessidade do marido. Ele começou a pedir um filho, pedia pra Emilly me falar que queria um priminho, se derretia por crianças, do jeito fechado dele, mas que só percebe quem realmente o conhece.
Até pouco tempo atrás eu nem dava bola para esses "pedidos", mas com o passar dos tempos fui percebendo que o reloginho aqui dentro está gritando e chamando a minha atenção. Por toda essa vontade dele, por perceber o quanto ele está entusiasmado com o fato de ser pai logo está meio que "contagiando".
Ele passa muito mais tempo, por exemplo, pensando em nomes para bebês, assistindo "Um Bebê por Minuto" comigo, sempre tem uma palavra de conforto. Mostra-se mais interessado em alguma leitura sobre comportamento infantil, como educar filhos... e aí, o que fazer com tudo isso?
O que fazer quando seus medos, insegurança e aflição estão acima dos sonhos?
Penso em parar com meu remédio só pra ver como vai ser, conhecer melhor como funciona meu corpo, afinal, não são todas as mulheres que engravidam de 1°. Vamos tentar então!
Mas e se... e se acontecer de engravidar rápido?
Aí vem o Maycon dizendo com um sorrisão de orelha a orelha, que "se engravidar, engravidou, fazer o que?! Não vai nascer agora, só daqui 9 meses."
Mas aí que daqui a 9 meses já terão entregue o apê
E assim eu vou vivendo, dia após dia com essa dúvida no coração. Eu quero, marido quer. Mas a parte racional e extremamente calculista que vive ativamente em dentro de mim não quer.
Os dois lados do cérebro estão em conflito. O lado emoção diz que eu posso ser mãe, passar por cima dos meus medos e gerar uma linda criança para alegrar nossa família. Agora o lado razão diz para colocar os pés no chão que agora filho não dá.
Difícil saber se existe alguém mais bipolar do que eu! Agora quero filho, daqui 5 minutos não quero mais! Quero ser dura, mas marido está me amolecendo.
Como é que pode esse homem dos olhos verdes mais fascinantes que já conheci ter esse poder de entrar na minha mente fechada, empolgado com idéias mirabolantes e simples de resolver, mudar tudo o que eu penso?
Depois dizem que mulher é que influencia, mulher que manipula os homens. Sei não hein?!
É Aline... ninguém disse que seria fácil...
O que eu faço com este homem, gente?
02 junho 2014
Você tem medo de dirigir?
Eu tenho!!! Tenho um enoooorme pavor!!!
Oi geeente!!! Tudo bem com vocês?
Vamos mudar um pouquinho de assunto? Precisava de uma ajudinha de vocês por aqui. Como havia comentado no post anterior, eu tinha outro assunto planejado para abordar.
É mais para uma troca de experiências e também para me abrir um pouco, e relatar esse meu trauma.
Bom... em 1996, em uma comemoração do Dia das Mães, saímos a noite para comprar uma pizza, eu, meu pai e minhas irmãs. Nos mudamos havia pouco tempo, era um bairro que ainda estava no começo e não tinha nenhuma pizzaria próxima, então enquanto minha mãe ficou em casa, meu pai nos chamou para ir de carro até uma pizzaria em um bairro vizinho. Na época, meu pai tinha um Fiat 147, era o seu segundo carro. Estávamos voltando pra casa com uma pizza bem cheirosa e quentinha, eu estava no banco da frente, sentada em cima das pernas com a pizza no colo e minhas irmãs dormindo no banco de trás.
Chegando próximo da nossa casa, só lembro de uma luz vindo do meu lado, e de gritos. Lembro de ter passado a mão no rosto do meu pai e perguntado se ele ainda estava vivo. Ele respondeu que sim, aí comecei a gritar por socorro. Minhas irmãs me seguiram. Um motorista que dirigia alcoolizado não respeitou a preferencial e bateu na lateral do passageiro, bem do meu lado. A pancada foi muito forte, nosso carro deslizou na rua, atravessou para o outro lado e caiu de bico em uma valeta, ficando com as rodas traseiras suspensas. Eu, com oito anos na época, quebrei minha clavícula e cortei a boca. Minhas irmãs nada sofreram. Meu pai quebrou e cortou feio o nariz, cortou a cabeça, lesionou uma das vértebras e teve que usar colar cervical.
Tenho péssimas lembranças desse dia, lembro do meu pai sangrando, minhas irmãs chorando, todas eram pequenas na época. Fui até a minha casa avisar minha mãe, com a clavícula quebrada, correndo pra chegar a tempo. Foi um trauma muito grande na minha vida.
Pois bem, passados quase 20 anos, ganhei de presente do meu pai o curso para tirar a habilitação, que era o meu sonho. Passei por todos os processos com sucesso, não tive nenhum problema, sempre fui uma aluna muito dedicada e atenciosa. Quando fui aprovada, dirigia em lugares próximos, sempre acompanhada do meu pai (sempre com meu pai). Não tinha medo, queria sair dirigindo por tudo e mostrar pra todos do que era capaz.
Porém, algum tempo depois, uma noite eu e o Maycon fomos visitar meus pais e na volta pra casa, quase fomos atingidos por um motorista com as luzes apagadas e em alta velocidade.
Foi como um filme, aquele vulto vindo na minha direção, novamente do lado do passageiro. O susto foi tão grande que fiquei sem palavras e só chorava, cheguei em casa e fui ao banheiro e de tão grande o susto, meu xixi saiu com sangue. Foi aí que travei de vez pra dirigir.
Não me sinto segura dirigindo, tenho a impressão que todos vão bater no meu carro, que eu vou sair por aí atropelando todo mundo. O Maycon acaba me deixando mais nervosa ainda, pois ele quer que eu dirija como ele, que saia por aí igual "piloto de fuga". Eu choro, eu tremo, passo muito mal. Com meu pai me sinto um pouco mais segura, ele é muito calmo e centrado, tudo pra ele é "não tem problema, deixe que esperem"... Mas mesmo assim é difícil.
Já tentei relaxar, tentei ouvir música agradável, mas no meu primeiro obstáculo, já paro e vem aquele pânico. Em lugares próximos, sem movimento, não vejo problema algum.
Só que isso me incomoda, é muito ruim depender do marido para ir em todo e qualquer lugar, às vezes quero sair, por exemplo, ir ao shopping com minha mãe, levar minha vó para ver o apê, sair dar uma volta com a minha sobrinha. Pra tudo eu dependo da boa vontade do marido, e esse tipo de programa, ele nem curte.
Já pensei também em fazer essas aulas para habilitados traumatizados, com um instrutor bem legal e tudo, mas eu sinto vergonha de fazer alguma "coisa errada" e ficar feio pra minha cara. Quando falo sobre isso, tiram sarro, dão risada, mas realmente é um trauma muito grande, e parece que é difícil de entender, de se colocar no meu lugar.
Será que por acaso teria alguém por aqui com este mesmo problema?
Alguma dica, algum ritual, rsrs?
Oi geeente!!! Tudo bem com vocês?
Vamos mudar um pouquinho de assunto? Precisava de uma ajudinha de vocês por aqui. Como havia comentado no post anterior, eu tinha outro assunto planejado para abordar.
É mais para uma troca de experiências e também para me abrir um pouco, e relatar esse meu trauma.
Bom... em 1996, em uma comemoração do Dia das Mães, saímos a noite para comprar uma pizza, eu, meu pai e minhas irmãs. Nos mudamos havia pouco tempo, era um bairro que ainda estava no começo e não tinha nenhuma pizzaria próxima, então enquanto minha mãe ficou em casa, meu pai nos chamou para ir de carro até uma pizzaria em um bairro vizinho. Na época, meu pai tinha um Fiat 147, era o seu segundo carro. Estávamos voltando pra casa com uma pizza bem cheirosa e quentinha, eu estava no banco da frente, sentada em cima das pernas com a pizza no colo e minhas irmãs dormindo no banco de trás.
Chegando próximo da nossa casa, só lembro de uma luz vindo do meu lado, e de gritos. Lembro de ter passado a mão no rosto do meu pai e perguntado se ele ainda estava vivo. Ele respondeu que sim, aí comecei a gritar por socorro. Minhas irmãs me seguiram. Um motorista que dirigia alcoolizado não respeitou a preferencial e bateu na lateral do passageiro, bem do meu lado. A pancada foi muito forte, nosso carro deslizou na rua, atravessou para o outro lado e caiu de bico em uma valeta, ficando com as rodas traseiras suspensas. Eu, com oito anos na época, quebrei minha clavícula e cortei a boca. Minhas irmãs nada sofreram. Meu pai quebrou e cortou feio o nariz, cortou a cabeça, lesionou uma das vértebras e teve que usar colar cervical.
Tenho péssimas lembranças desse dia, lembro do meu pai sangrando, minhas irmãs chorando, todas eram pequenas na época. Fui até a minha casa avisar minha mãe, com a clavícula quebrada, correndo pra chegar a tempo. Foi um trauma muito grande na minha vida.
Pois bem, passados quase 20 anos, ganhei de presente do meu pai o curso para tirar a habilitação, que era o meu sonho. Passei por todos os processos com sucesso, não tive nenhum problema, sempre fui uma aluna muito dedicada e atenciosa. Quando fui aprovada, dirigia em lugares próximos, sempre acompanhada do meu pai (sempre com meu pai). Não tinha medo, queria sair dirigindo por tudo e mostrar pra todos do que era capaz.
Porém, algum tempo depois, uma noite eu e o Maycon fomos visitar meus pais e na volta pra casa, quase fomos atingidos por um motorista com as luzes apagadas e em alta velocidade.
Foi como um filme, aquele vulto vindo na minha direção, novamente do lado do passageiro. O susto foi tão grande que fiquei sem palavras e só chorava, cheguei em casa e fui ao banheiro e de tão grande o susto, meu xixi saiu com sangue. Foi aí que travei de vez pra dirigir.
Não me sinto segura dirigindo, tenho a impressão que todos vão bater no meu carro, que eu vou sair por aí atropelando todo mundo. O Maycon acaba me deixando mais nervosa ainda, pois ele quer que eu dirija como ele, que saia por aí igual "piloto de fuga". Eu choro, eu tremo, passo muito mal. Com meu pai me sinto um pouco mais segura, ele é muito calmo e centrado, tudo pra ele é "não tem problema, deixe que esperem"... Mas mesmo assim é difícil.
Já tentei relaxar, tentei ouvir música agradável, mas no meu primeiro obstáculo, já paro e vem aquele pânico. Em lugares próximos, sem movimento, não vejo problema algum.
Só que isso me incomoda, é muito ruim depender do marido para ir em todo e qualquer lugar, às vezes quero sair, por exemplo, ir ao shopping com minha mãe, levar minha vó para ver o apê, sair dar uma volta com a minha sobrinha. Pra tudo eu dependo da boa vontade do marido, e esse tipo de programa, ele nem curte.
Já pensei também em fazer essas aulas para habilitados traumatizados, com um instrutor bem legal e tudo, mas eu sinto vergonha de fazer alguma "coisa errada" e ficar feio pra minha cara. Quando falo sobre isso, tiram sarro, dão risada, mas realmente é um trauma muito grande, e parece que é difícil de entender, de se colocar no meu lugar.
Será que por acaso teria alguém por aqui com este mesmo problema?
Alguma dica, algum ritual, rsrs?
Marcadores:
Desabafo,
maluca,
medos,
personalidade
28 abril 2014
Sufocada!!!
Oiiiii pessoas!!!!!
Desculpa o sumiço, ando com a cabeça cheia de idéias, cheia de coisas, milhares de pensamentos passam à todo momento!!!!
Hoje preciso falar, colocar pra fora o que está me agoniando, afinal, criei este cantinho com esta funcionalidade!
Então... logo que compramos o apê, o corretor nos disse que a entrega seria em meados de 2015, mais certeza para o segundo semestre. Até aí tudo bem, tudo certo, temos tempo suficiente para nos organizarmos e acertamos tudo. Poooooorém... notícias avassaladoras, de fontes firmes, notícias maravilhosas, deram conta de que a entrega será adiantada para este ano, entre outubro e dezembro!!!!
Buuuuuummmm... Meu Deus, não temos nada planejado!!! Não temos nada pronto!!! Minha cabeça está fervilhando de coisas, idéias, o que precisa fazer, o que exige urgência!!!
Não que eu esteja reclamando, jamais, lutei por esta conquista, é tudo o que mais desejo. Só que sou uma pessoa sistemática, adepta de rotinas, gosto de criar regras e seguí-las milimetricamente!!! Odeio que as coisas saiam fora do combinado. Odeio sair da rotina! Odeio notícias arrasadoras. E agora junte todo este "sistema", mais a minha hiper extra ansiedade fora do normal ao fato do meu dignissímo marido ser a pessoa mais calma do mundo!!! Pode isso?!
Gente... sério, amooooo demais o Maycon, é a minha vida, é tudo o que eu preciso pra viver, mas como ter paciência?
Eu sou daquele tipo: " Ai... não vai dar tempo! Não vamos conseguir fazer isso tão rápido. De onde vamos tirar o dinheiro? Como vai ser a ceia de Natal? E a comemoração do meu aniversário daqui há 10 anos?"
E ele: "Calma, amor, calma!!! Nem chegou amanhã e vc já se preocupando com o que vai jantar no dia seguinte? Damos um jeito! Calma! Calma! Calma!" Ele repete esta palavra como se fosse um mantra!!!!
Às vezes eu piro, choro, me descabelo, faço o escambau. Ele? Só olha e dá risada!!! hushausaushuahsuahsuahsuahsuhsuahs...
Esses dias ele me pediu para postar no blog, porque não aguentava mais me ouvir falar em apartamento, movéis, decoração, cor das paredes, e isso e aquilo apartamento, shuahsuahshua... E ainda diz que eu que vou arrumar tudo, porque não quero a sua opinião!!! Se ao menos ele desse uma opinião, se ao menos dissesse "amor, não gostei assim, quero assado", né? Acho que seria mais fácil.
Eu quero tudo pra já!! Ele quer relaxar e esperar...
E aí, eu mato de porrada ou encho de beijos e abraços?
Será que só o meu marido é assim ou é normal de homem?
Gato, amo você minha vida!!!!! Amo muito além do que você imagina!!!
E foi essa sua calma toda e o seu otimismo que me colocaram pra cima e melhoraram meu astral milhares de vezes.
Desculpa o sumiço, ando com a cabeça cheia de idéias, cheia de coisas, milhares de pensamentos passam à todo momento!!!!
Hoje preciso falar, colocar pra fora o que está me agoniando, afinal, criei este cantinho com esta funcionalidade!
Então... logo que compramos o apê, o corretor nos disse que a entrega seria em meados de 2015, mais certeza para o segundo semestre. Até aí tudo bem, tudo certo, temos tempo suficiente para nos organizarmos e acertamos tudo. Poooooorém... notícias avassaladoras, de fontes firmes, notícias maravilhosas, deram conta de que a entrega será adiantada para este ano, entre outubro e dezembro!!!!
Buuuuuummmm... Meu Deus, não temos nada planejado!!! Não temos nada pronto!!! Minha cabeça está fervilhando de coisas, idéias, o que precisa fazer, o que exige urgência!!!
Não que eu esteja reclamando, jamais, lutei por esta conquista, é tudo o que mais desejo. Só que sou uma pessoa sistemática, adepta de rotinas, gosto de criar regras e seguí-las milimetricamente!!! Odeio que as coisas saiam fora do combinado. Odeio sair da rotina! Odeio notícias arrasadoras. E agora junte todo este "sistema", mais a minha hiper extra ansiedade fora do normal ao fato do meu dignissímo marido ser a pessoa mais calma do mundo!!! Pode isso?!
Gente... sério, amooooo demais o Maycon, é a minha vida, é tudo o que eu preciso pra viver, mas como ter paciência?
Eu sou daquele tipo: " Ai... não vai dar tempo! Não vamos conseguir fazer isso tão rápido. De onde vamos tirar o dinheiro? Como vai ser a ceia de Natal? E a comemoração do meu aniversário daqui há 10 anos?"
E ele: "Calma, amor, calma!!! Nem chegou amanhã e vc já se preocupando com o que vai jantar no dia seguinte? Damos um jeito! Calma! Calma! Calma!" Ele repete esta palavra como se fosse um mantra!!!!
Às vezes eu piro, choro, me descabelo, faço o escambau. Ele? Só olha e dá risada!!! hushausaushuahsuahsuahsuahsuhsuahs...
Esses dias ele me pediu para postar no blog, porque não aguentava mais me ouvir falar em apartamento, movéis, decoração, cor das paredes, e isso e aquilo apartamento, shuahsuahshua... E ainda diz que eu que vou arrumar tudo, porque não quero a sua opinião!!! Se ao menos ele desse uma opinião, se ao menos dissesse "amor, não gostei assim, quero assado", né? Acho que seria mais fácil.
Eu quero tudo pra já!! Ele quer relaxar e esperar...
E aí, eu mato de porrada ou encho de beijos e abraços?
Será que só o meu marido é assim ou é normal de homem?
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| Vê se dá pra levar a sério este Gato da minha vida?! |
Gato, amo você minha vida!!!!! Amo muito além do que você imagina!!!
E foi essa sua calma toda e o seu otimismo que me colocaram pra cima e melhoraram meu astral milhares de vezes.
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